Arquivo para junho \24\UTC 2010

Informações extras sobre o trabalho final

O trabalho final deve que ser entregue aos cibermotores no dia 28 de junho, segunda-feira, no depto. de Design. Lembrando de algumas informações importantes para a nossa apresentação final:.

Para os créditos finais, devem constar:

Universidade Estadual Paulista – UNESP

Curso de Design

Grupo de Pesquisa Pipol

e demais informações relevantes de cada grupo.

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Trabalho Final – 2010

ESPECIFICAÇÕES DE ENTREGA DO TRABALHO FINAL DA DISCIPLINA DE LINGUAGENS CONTEMPORÂNEAS 2010

DO PRODUTO

Todos os trabalhos serão entregues em CD para o Dorival no dia 28 de junho, segunda-feira.

Caso o produto seja um VÍDEO/ANIMAÇÃO:
Será entregue em um CD contendo 2 arquivos:
01 – Arquivo de Vídeo “3GP”, “SWF” ou “FLV” de do mínimo 126×160, podendo ser também de 176×220, e 240×320.
02 – Arquivo de Vídeo “.AVI”, “SWF” ou “FLV”  com no mínimo 4 VEZES o tamanho do vídeo original, para projeção.

Caso o produto seja um JOGO/APLICATIVO:
Será entregue em um CD contendo 2 arquivos:
01 – O arquivo “JAR”, “SWF” ou outro formato de aplicativo para celular, que seja compatível com pelo menos um aparelho.
02 – Arquivo de Vídeo “.AVI”, “SWF” ou “FLV”  de 640×480, para projeção. O vídeo pode ser uma filmagem do jogo sendo executado diretamente no celular ou pode ser gravado enquanto emulado no computador.

DATA DE ENTREGA:
28 de JUNHO, SEGUNDA-FEIRA.

Um mundo sem marcas pode ser uma realidade próxima!

Pelo menos para os australianos a realidade de um mundo sem marcas pde ter inicio na indústria tabagista. Isso porque o Sr. Kevin Rudd, primeiro ministro do país, lançou uma lei pra tentar diminuir o número de mortes por doenças causadas pelo tabaco. Nela, as embalagens de todos os cigarros seriam padrão, estipuladas por uma campanha de desestímulo. Marcas e nomes de companhias terão lugar reservado e obrigatoriamente virão com determinada fonte e cor, sendo assim a primeira medida do gênero no mundo todo. O governo ainda justifica que em uma pesquisa foi constatado que a identidade visual e a embalagem das companhias diminuíam muito o impacto dos avisos gráficos e fotográficos impostos. Confira abaixo a imagem de como é a nova embalagem proposta:

 

Seguindo a premissa da discussão sobre o que uma marca significa, a grife de streetwear Freshjive, depois de tanta exposição, lançou uma coleção inteira onde sua etiqueta não traz nada da marca, somente um retângulo preto com uma frase escrita, numa iniciativa de ativar a discussão sobre O que é uma marca? Ou mesmo O que uma marca não é? Vejam abaixo na imagem:

 

 Será que estamos entrando numa era sem superexposição de marcas?

Fonte:  Design on the rocks/ Just Criative

Apropriações do (In)comum – Parte 5

Memo_ando:  “É um jogo de memória que usa como controle remoto um celular (Nokia N73). O objetivo do jogo é encontrar todos os pares que são formados por vídeos de bocas que falam pequenas frases de autores diversos.”

http://www.youtube.com/watch?v=U6UFFB8W-FE

– Brandscapes:  Os “brandscapes” ocupam os “arquipélagos de enclaves modernizados” e resultam da exteriorização das identidades corporativas, que pretendem constituir “lugares culturalmente independentes onde valores corporativos se materializam em experiências espaciais” (Klingmann, 2003: 3). Bons exemplos disso são a Sony Plaza, em Berlim, Times Square em Nova York e as avenidas Paulista e Berrini, no caso de São Paulo.”

Como os produtos passam a ser muito parecidos nos dias de hoje, as marcas buscam novas formas de marketing, tentando diferenciar-se através de identidades diferentes, como um prédio de arquitetura mirabolante para causar impacto. As marcas buscam capturar a atenção e a memória do consumidor (o chamado neuromarketing), trabalhando com mensagens subliminares que fazem os consumidores usarem seus produtos sem perceberem. Nós vendemos sensações, produzimos e consumimos signos. E os signos são identidade. Mas como trabalhar a identidade numa era em que se perderam as identidades?

Espectros e tragédias:  No interesse de juntar propaganda, arte e tecnologia, a obra “Telefónias”, do artista argentino Mariano Sardón, é composta de bombas d’água e centenas de cabos de plástico colorido, ligados a uma antiga central telefônica com troncos analógicos ainda ativos. “Cada ligação feita na cidade emite um impulso elétrico para as bombas que, por sua vez, forçam por pressão hidráulica a movimentação de uma porção d’água dentro das mangueiras. Impulsos digitais são “reificados” em impulsos analógicos palpáveis; é o sistema de visualização de dados mais original que se tem notícia.”

http://www.youtube.com/watch?v=LRuzWZRfL9U

XUACSAL – Emanuel Pimenta

Emanuel Dimas de Melo Pimenta tem sido considerado um importante compositor, arquiteto e artista intermedia, em todo o mundo no início do terceiro milênio – segundo declarações escritas por personalidades como John Cage, Ornette Coleman, Merce Cunningham, René Berger, Lucrezia De Domizio, William Anastasi, Daniel Charles e Dove Bradshaw entre outros.

Emanuel é também escritor e suas obras abrangem os mais variados temas, desde estética, filosofia, sistemas emergentes, contemporaniedade, arte e etc. Alguns de seus também livros fazem parte da bibliografia da dsicliplina de Linguagens Contemporâneas, e futuramente teremos um post especial para ele. Hoje vamos mostrar sua última obra: XUACSAL, uma composiçao de Emanuel baseada numa imagem das pinturas pré-historicas da gruta de Lascoux, na França, e que foi trasnmitida ao vivo do Second-Life

Vídeo do Concerto – XUACSAL – Ustream.TV

Este evento inaugurou o espaço do grupo de pesquisa PIPOL no SL.
Iniciativa do grupo de pesquisa PIPOL UNESP DESIGN BAURU.

Café Filosófico, com Márcia Tiburi – 28/05

Radiohead e Flusser: A lírica do homem máquina

A melancolia da sociedade tecnológica e globalizada, a perda do interesse pela existência em função da tecnologia, a resignação dos indivíduos, a denúncia do vazio da sociedade industrial, a crítica da era digital, são questões próprias da obra de Vilém Flusser e da banda Radiohead

Vilém Flusser


Vilém Flusser foi um filósofo tcheco, naturalizado brasileiro, autodidata. Durante a Segunda Guerra, fugindo ao Nazismo, mudou-se para o Brasil, estabelecendo-se em São Paulo, onde atuou por cerca de 20 anos como professor de filosofia, jornalista, conferencista e escritor.

A Filosofia da Caixa Preta – Ensaios para uma futura filosofia da fotografia” é uma obra do filósofo Flusser, escrita em 1983, na qual o autor tenta formular uma teoria filosófica, que possa explicar a fotografia  e os atos relacionados a ela. A obra é dividida em nove capítulos intitulados “A imagem”, “A imagem técnica”, “O aparelho”, “O gesto de fotografar”, “A fotografia”, “A distribuição da fotografia”, “A recepção da fotografia”, “O universo fotográfico” e “A necessidade de uma filosofia da fotografia”.

O livro começa trata da imagem e sua função nos tempos modernos. O autor explica que a imagem tem se tornado cada vez mais importante e passou a substituir até mesmo textos informativos, o que o autor julga ser errado, uma vez que o homem deveria aproveitá-las para enriquecer os textos, complementando-os e não substituindo-os. Ele define também o aparelho que permite ao homem capturar uma imagem como um produto que serve para gerar produtos. Assim, ele explica que é necessário ter discernimento para encontrar, em um mundo tão cheio de imagens, aquelas que possam significar alguma coisa e que possam adquirir valor. Ele diz que o usuário comum vê o aparelho como uma caixa mágica capaz de produzir imagens e a utiliza como um brinquedo, sem dar importância ao valor da imagem. O autor fala também sobre a manipulação da imagem e como essa é influenciada pelo fotógrafo e pela indústria fotográfica, dizendo que a imagem é influenciada pelo fotógrafo, que por sua vez é influenciado pela indústria fotográfica, e, assim, a imagem chega ao receptor de forma bastante distorcida por interesses dos envolvidos no ato de fotografar.

O autor afirma que a fotografia precisa ter valor para o receptor. Ele diz que, como objeto, a fotografia não tem valor nenhum, pois é algo bastante comum que pode ser criado por qualquer pessoa. O que importa na realidade é a capacidade do fotógrafo de retratar momentos que tenham significado. Flusser dá exemplos de como estamos sendo consumidos por um universo fotográfico. Em seu último capítulo, o autor fala da urgência em se criar uma filosofia fotográfica, para que o homem possa voltar a comandar o ato de fotografar.

Radiohead


Radiohead é uma banda  inglesa  de rock alternativo, formada no ano de 1988 em Oxford  por Thom Yorke (vocais, guitarra, piano), Jonny Greenwood (guitarra), Ed O’Brien (guitarra), Colin Greenwood (baixo, sintetizador) e Phil Selway (bateria, percussão).

Fake Plastick Trees é uma crítica ferrenha aos “autômatos” que somos.  Observe a letra abaixo.

“Seu regador verde de plástico
para sua imitação chinesa de planta feita de borracha
na terra artificial de plástico
que ela comprou de um homem de borracha
em uma cidade cheia de planos de borracha
para se livrar de si mesma”

Fitter Happier, é como um robô faria poesia. Crítica à “normose”, à obediência e repetitividade compulsiva em que vivemos.

“Em forma, mais feliz, mais produtivo,
confortável,
sem beber demais,
exercícios regulares na academia
(3 vezes por semana)
se relacionando melhor com seus sócios e empregados,
à vontade,
comendo bem
(nada de comidas de microondas e gorduras saturadas),
um motorista mais paciente e melhor,
um carro mais seguro
(um bebê sorrindo no banco de trás),
dormindo melhor
(sem pesadelos),
sem paranoia,
cuidadoso com todos os animais
(nunca lavando aranhas nos buracos das tomadas),
mantendo contato com velhos amigos
(desfrutar de uma bebida de vez em quando),
Frequentemente checar o crédito no banco (moral)(um buraco na parede),
favores por favores,
apaixonado, mas não amando,
ordens permanentes de caridade,
aos domingos super-mercados “anéis viários”
(não matar traças ou colocar água fervente em formigas),
lavar o carro
(também aos domingos),
já sem medo do escuro ou das sombras do meio-dia
nada tão ridiculamente adolescente e deseperado,
nada tão infantil – em um ritmo melhor,
mais devagar e calculado,
sem chance de escapar,
agora empregado de si mesmo,
em causa (mas impotente),
um membro da sociedade informado e habilitado
(idealismo, não pragmatismo),
não vai chorar em público,
menos chances de doenças,
pneus que aderem no molhado
(foto do bebê com cinto de segurança no banco traseiro),
uma boa memória,
ainda chora em um filme bom,
ainda beija com saliva,
não mais vazio e frenético como um gato amarrado a um pedaço de pau,
que é levado à merda do inverno congelado
(a capacidade de rir de fraqueza),
calmo,
em forma,
saudável e mais produtivo
um porco em uma gaiola de antibióticos.”

Fontes auxiliares: http://letras.terra.com.br e http://en.wikipedia.org/wiki/


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Linguagens Contemporâneas:

Design e Mobilidade

A disciplina de Linguagens Contemporâneas, do curso de Design da UNESP de Bauru, ministrado pelo Professor Dorival Campos Rossi, é o ponto de partida para uma investigação sobre a cibercultura, a Net Art e todas as outras formas de expressão hipertextual, seja ela real ou virtual.
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