O Processo e a Obra – Parte II

Processo Por Estratégia

Aqui tratamos o meio como a obra. Alguns dos exemplos encontrados retratam o uso da interação como um processo que constituirá a obra.

Vale lembrar pessoas como Alexandre Orion.

Seu trabalho remete ao fator de hibridização da linguagem. Usando duas linguagens  o grafite e a fotografia  –  para criar a composição.  A fotografia trazendo o momento único, congelado. Causando o efeito na obra de imprevisibilidade devido ao processo.

As instalações interativas apresentadas no FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, também são um exemplo encontrado de design de interação e do conceito sugerido pelo Processo como estratégia.

Outras instalações Interativas são apresentadas nesse vídeo.

Como último exemplo dessa interpretação temos esse movimento criado por pessoas que se encontraram no através da rede social do Facebook  para causar a surpresa da população.

Um outra abordagem do conceito seria a adaptação de outras obras para criar uma nova. Também aderindo à imprevisibilidade dessa nova obra.

BANSKY -As obras deste artista são carregadas de conteúdo social e expõe claramente suas aversões à indústria. Segue um vídeo de uma ação dele sobre o álbum lançado por Paris Hiton.

E a abertura de Simpsons modificada para mostrar uma forte crítica social.

Já o tumblr MOVIEBARCODE apresenta um conceito bem interessante, de retirar a paleta de cores de um filme e apresenta-la como um código de barras. È interessante presenciar como a identidade do filme se apresenta pela sua paleta de cores.

Silêncio dos Inocentes

O Rei Leão

Moulin Rouge

Por fim apresentaremos outro trabalho bem diversificado.  Através de uma pesquisa científica, na qual um homem, após muitos anos de ter sido condenado e morto, teve o seu corpo congelado e, em 1993, este corpo foi cortado em diversas fatias. E essas fatias foram  fotografadas uma a uma, tudo a favor da pesquisa.  Com essas fotos, o artista criou uma animação apenas colocando-as  em sequência.

Não satisfeito apenas com o vídeo, o diretor de arte Croix Gagnon em parceiria com o fotógrafo Frank Schott resolveram combinar a animação com a técnica de fotografia noturna de longa exposição para criarem o Project 1231.

O resultado foram as fotografias que podemos ver a seguir.

Todos os exemplos, por mais diferentes que foram, exploraram não o conceito da obra por si só, mas a obra como sendo o processo.

0 Responses to “O Processo e a Obra – Parte II”



  1. Deixe um comentário

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




Início

Linguagens Contemporâneas:

Design e Mobilidade

A disciplina de Linguagens Contemporâneas, do curso de Design da UNESP de Bauru, ministrado pelo Professor Dorival Campos Rossi, é o ponto de partida para uma investigação sobre a cibercultura, a Net Art e todas as outras formas de expressão hipertextual, seja ela real ou virtual.
Acompanhe nossas atualizações!

Junte-se a 15 outros seguidores

Páginas

LC no Flickr

DSC_0086

DSC_0085

DSC_0082

DSC_0077

DSC_0073

Mais fotos

RSS Twitter @bauruhaus

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Blog Stats

  • 38,343 hits

%d blogueiros gostam disto: