Apropriações do (in)Comum – GRUPO 2

Como o design no contemporâneo deve ser feito utilizando-se do digital, nada como mais um blog que discuta sobre o assunto para mostrar o que anda rolando por aí – We Make Money Not Art, é onde Régine Debatty (re)compartilha com o mundo trabalhos de design, artes, arquitetura e ativismo digital e o que pensa a respeito do assunto.

Em entrevista no “Apropriações” discute entre as diferenças do Blog e o jornalismo tradicional, e como lamentavelmente as pessoas ainda dão mais credibilidade aos periódicos e revistas, sendo que no digital também há verdade, tanto, que é até mais transparente , já que faz parte de uma plataforma colaborativa. Para exemplificar ela mesma diz que ao perceber-mos que algum conteúdo é duvidoso, deixamos de visitar os blogs. Isso quando nós mesmos não contribuímos reeditando aquilo que foi feito. Outro exemplo é o Wikipedia

Quantas “tias” do curso, da escola, da faculdade já te pediram para “rever as fontes bibliográficas do trabalhinho” porque você achou escrito no wikipedia? Sinceramente, é preferível acreditar mais no trabalho de uma única pessoa que provavelmente escreveu tudo o que “sabe” a partir de livros(às vezes, desatualizados), ou no trabalho de várias pessoas que podem já ter experienciado, ou saibam de algo que ainda não foi revelado até então, ou, foi censurado pela editora do primeiro? O que sabemos é que nós realmente não sabemos de nada! Estamos vivendo na era do fim das certezas.

Régine também cita várias personalidades e grupos que se utilizam de ativismo digital em seus projetos. Dentre eles está o grupo Bijari, que realiza interferências no meio urbano

E Santiago Cirugeda, arquiteto que disponibiliza tutoriais de como construir parques e habitações na cidade encontrando brechas no sistema e munindo-se de documentos que lhe confere passe-livre ante a legislação e autoridades.

Blast Theory foi o grupo responsável pela criação do Can You See Me Now, um jogo que trasporta o gamer à uma realidade simultanea de perseguições baseada na geolocalização e utilização de dispositivos móveis. Bem, daqui em diante o vídeo explica por si só!

Outra coisa interessante nessa linha que rola até por meio de filmes (como mensagens subliminares), redes sociais e telefonemas/ mensagens são os ARG (Alternate Reality Game) que envolvem o jogador em uma trama onde ele deve seguir pistas, descobrir coisas, procurar por artefatos e desvendar os mistérios que o jogo esconde. O mais interessante é que ele acontece por meio do invisível.. os elementos são lançados nas plataformas e mídias digitais e a pessoa que se interessar e for procurar pela sua origem se depara com um desafio a ser cumprido.

E por fim, Fábio Duarte escreve sobre o mapeamento de informações através da troca de dados/fluxos e que hoje, devido a tecnologia, somos levados à perceber o espaço através de escalas. A realidade aumentada por exemplo, é uma dessas formas.

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Linguagens Contemporâneas:

Design e Mobilidade

A disciplina de Linguagens Contemporâneas, do curso de Design da UNESP de Bauru, ministrado pelo Professor Dorival Campos Rossi, é o ponto de partida para uma investigação sobre a cibercultura, a Net Art e todas as outras formas de expressão hipertextual, seja ela real ou virtual.
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