Arquivo para maio \24\UTC 2013

Cidade e Mobilidade

Fernando Llanos é o “Videoman”, o super-heroi nômade das novas mídias. Ele consegue romper barreiras espaciais e virtuais, de forma a trazer a reflexão sobre determinados contextos e sociedades. Fazendo com que as pessoas sejam tanto as artistas e espectadoras de suas próprias histórias.

Através de fotos e vídeos ele capta questões pertinentes a determinados locais e, após uma seleção, faz projeções ou até mesmo peças de arte para a população residente do lugar onde fez as gravações. Desse modo, faz com que as pessoas reflitam sobre os locais onde convivem e comecem a se questionar sobre seus posicionamentos perante o espaço público, tanto físico quanto virtual.

Confiram o vídeo que demonstra um pouco do trabalho desse artista super-herói!

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Ivan Argote

O artista, nascido em Bogotá, Colombia, Ivan Argote ficou conhecido por seus trabalhos em vídeo que provocam ao abordar uma variedade de temas entre questões políticas e tradições da Arte. Usando o humor mais como meio que como fim o artista toca em assuntos difíceis com uma simplicidade cativante. A cidade é seu playground teatral onde a maioria de seus vídeos acontece, em pontos de transporte ou qualquer outro espaço público.

Esse vídeo mostra ele falando e mostrando um pouco de seus projetos.

Para quem tiver interesse, em aula foi mostrado sobre esse trabalho (http://www.perrotin.com/Ivan_Argote-works-oeuvres-20253-84.html) no qual ele entre em uma exposição de arte, coloca uma música em um rádio e começa a dançar.

Outros trabalhos podem ser vistos nesse link:
http://www.perrotin.com/artiste-Ivan_Argote-84.html

Até onde vai a tecnologia?

Esse vídeo foi apresentado em aula e gerou um debate em cima da questão de até onde vai a tecnologia?
Dá um pouco de medo quando você assiste a esse vídeo e pensa em consequências como essa, mas também não dá para deixar de falar sobre o avanço tecnológico que seria algo assim.

Então fica aqui o vídeo para ver e pensar sobre.

Ingress – Jogo de realidade alternativa

“Um time de cientistas na Europa descobriu uma misteriosa energia emanando do chão em vários pontos de todo o planeta. Apesar de os estudiosos analisarem o acontecimento com cuidado, ninguém, de fato, sabe qual é o propósito dessa força. Muitos, porém, acreditam que ela está controlando a nossa maneira de pensar. E agora, será que não devemos tomar as rédeas dessa energia antes que ela passe a comandar o nosso planeta?”

Esse é o enredo do game da Google que foi criado para o Android.
Ingress é um jogo que se enquadra em uma categoria chamada de realidade alternativa. Aqui, você precisa tanto realizar missões na interface do aplicativo como também deve cumprir tarefas na vida real. Essas incluem andar em determinadas ruas e seguir trilhas e rumos como se fosse um Pacman da vida real.
Atingindo os objetivos “em nossa realidade”, você é capaz de ganhar pontos de experiência, chamados no game de “XM”. Ao acumular essa energia, você ganha o direito de realizar as tarefas mais avançadas, como visitar os portais, que são virtualmente associados a parques, bibliotecas e museus, por exemplo.

E um detalhe importante é que além de misturar a vida real e os video games, Ingress também conta com elementos de jogos colaborativos. Segundo o responsável pelo desenvolvimento do título, John Hanke, tudo funcionará como em World of Warcraft, por exemplo. Ou seja, pessoas do mundo todo estarão envolvidos na mesma partida.

E então, pra quem se interessou e quiser entrar nesse game, aqui o link: http://www.ingress.com/

Google Glass

Olhem o que vem por ai!

O Google Glass, que foi um dos tópicos discutidos pelo Grupo 3 dos seminários sobre o livro Apropriações do (In)Comum, é um dispositivo semelhante a um óculos, que se fixa em um dos olhos, e disponibiliza uma pequena tela acima do campo de visão. Esta apresenta ao seu utilizador mapas, opções de música, previsão do tempo, rotas de mapas, e também é possível efetuar chamadas de vídeo ou tirar fotos de algo que se esteja a ver e compartilhar imediatamente através da Internet.

O vídeo mostra um pouco mlehor seu funcionamento!

Instalação feita de Algodão Doce

Instalação feita de Algodão Doce

Instalação criada por Erno-Erik Raitanen (Finlândia) que consiste em uma parede feita de algodão doce, que começa bem grande e fofa, mas que os visitantes vão lambendo e arrancando, até acabar com o açúcar em sua forma original, cristalizado.

É uma peça divertida pela sua interação com os visitantes ao explorar o sentido do paladar, mas também mostra o lado sério, o poder da destruiçaõ humana .

“Cotton Candy Works” joga com a noção de criação e destruição.

DONOTTOUCH

Abra o site e siga as instruções! Vale a pena a diversão (:

http://donottouch.org/

 

 


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Linguagens Contemporâneas:

Design e Mobilidade

A disciplina de Linguagens Contemporâneas, do curso de Design da UNESP de Bauru, ministrado pelo Professor Dorival Campos Rossi, é o ponto de partida para uma investigação sobre a cibercultura, a Net Art e todas as outras formas de expressão hipertextual, seja ela real ou virtual.
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