Arquivo para maio \12\UTC 2014

Orquestra Medirerrânea

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Nós nāo criamos uma orquestra, criamos o espirito pra que elas acontecessem. Criamos o local, o processo e o produto emerge. – Tom Zé

A Orquestra Mediterrânea juntou pessoas do mundo inteiro pela musica. Os 24 músicos vieram de diferentes paises e não falavam o mesmo idioma, mas tinham em comum a linguagem universal da música. Foi uma experiência organizada por 3 Diretores para atingir a coletividade. Eles sairam do mundo civilizado para entrar na cultura global, com uma espontâneidade e certo improviso montaram as músicas a serem apresentadas.

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O show segue o frenezi de Sāo Paulo, os músicos foram convidados a conhecer a 25 de Março, o Mercadāo e o Centro Antigo: o Som da Cidade, uma orquestra popular do dia a dia. O clima é de festa ou melancolia, meio caótico mas divertido, sempre com o tom do Mediterrâneo.

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A organizaçāo da Orquestra Mediterrânea, e de cada vez mais projetos contemporâneos vem das JAMS: tocar uma música sem saber o que virá depois, no improviso. A palavra JAM também pode vir do significado de “geléia”, já que ela faz uma mistura de estilos. É uma roda sem fim, e a orquestra mediterrane quebra esse paradigma, vem com a Complexidade.

Uma orquestra desenhada segundo os pressupostos da complexidade. Estamos diante de objetos multiplataforma e portanto o PROJETO E O PRODUTO são apenas PROCESSOS em construção:  emergentes!

O DVD desse incrível projeto pode ser encontrado na loja do SESC SP

http://tvsesc.net/loja/761_ORQUESTRA+MEDITERRANEA

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Sistemas Complexos

Quando projetamos um conceito em design na contemporaneidade, somos conduzidos pelo próprio cenário atual a situá-lo em teorias científicas como a complexidade (trânsito entre o simples e o complexo), sistemas emergentes (Steven Johnson) e como metáfora: os brócolis se oraganizam como os fractais.

Embora o modelo mental tipo vertical top-down  ainda seja predominante, precisamos projetar sistemas que tenham estruturas horizontais e rizomáticas, que expandam-se a partir de um inteiro adium infinitum. Assim é a estética comtemporânea.

Em outras palavras isto significa que a partir de um ponto podemos ver o todo, pois em cada terminal de um inteiro haverá um outro mesmo inteiro. Mas eim! Já vimos isto em algum lugar? Sim, o brócolis, as matrioskas, os projetos de computação, calendoscópios, são alguns exemplos de fractais  em que a complexidade pode ser visualmente entendida.

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Operar com complexidade no design exige a construção de sistemas que sejam adaptativos, que funcionem a partir  de regras simples, que permitam a semiosfera ser alimentada através de comportamentos emergentes: uma mistura de ordem e anarquia onde a criação torna-se e depende de uma inteligência coletiva. TAZ? SIM! Através da conectividade, a emergência deve acontecer quando eventos complexos se formam com base nestas regras simples e por co-evolução, devem ocorrer sinergias sem a existência de hierarquias.

Leitura sugerida –
Teoria do Conhecimento e Arte. Autor:Jorge de Albuquerque Vieira.

 

Emergência. Autor: Steven Jonhson
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Open Design Now. Editors Bas van Abel, Roel Klaassen, Lucas Evers, Peter Troxler

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Linguagens Contemporâneas:

Design e Mobilidade

A disciplina de Linguagens Contemporâneas, do curso de Design da UNESP de Bauru, ministrado pelo Professor Dorival Campos Rossi, é o ponto de partida para uma investigação sobre a cibercultura, a Net Art e todas as outras formas de expressão hipertextual, seja ela real ou virtual.
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